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Genealogia Cearense

Página da Família Barros Leal

1. Genealogia da Família Barros Leal
2. Genealogia da Família Castro Alves
3. Genealogia da Família Holanda no Ceará
4. Genealogia da Família Gurgel do Amaral
5. Genealogia da Família Moreira de Azevedo
6. Genealogia da Família Lopes, de Sobral
7. Lista dos Primeiros Colonizadores Portugueses no Ceará 1700-1800
8. Os Cristãos Novos no Ceará
9. Criaz, Portugal
10. Links


"NON FUIMOS, NON SUMUS, ET QUI NUNQUAM OBLITI ERIMUS"
(Não fomos, não somos, e nunca seremos esquecidos)

Ten. Cel. João Paulino de Barros Leal
Presidente da Assembléia Legislativa do Ceará, período 1887-1888



     Nasceu a 22 de junho de1840, em Quixeramobim, Ceará, e faleceu em abril de 1914, naquela mesma cidade. Tenente-Coronel e Político; Comandante do Batalhão n° 14 da Guarda Nacional de Quixeramobim (nomeado por decreto imperial em 3 de outubro de 1868, remetido ao presidente da Província pelo Ministro da Justiça, o Conselheiro José de Alencar). Nesse mesmo ano, teve nomeação de Delegado de Polícia daquele termo, por título de 3 de agosto, e novamente em 1869; Presidente da Câmara Municipal; Intendente e Promotor de Justiça no regime republicano. Foi deputado durante as legislaturas de 1882 a 1889.

     A Constituição Estadual, outorgada em 1891, instalou, além da Assembléia Legislativa, um Senado Federal, composto de um terço do número de deputados. João Paulino de Barros Leal estava entre os senadores eleitos.

     Era homem ilustrado, bom orador e causídico dos mais acatados de seu tempo. Sustentou na Assembléia debates memoráveis, frequentando, assiduamente, a tribuna parlamentar na defesa dos interesses gerais, tendo apresentado, no entanto, um projeto que transferia a capital da Província para Quixeramobim, o que causou sensação por parte da imprensa. Na grande seca de 1877 prestou relevantes serviços à causa dos indigentes.



Autobiografia


     Nasci nesta cidade de Quixeramobim, Ceará, às 8 horas da noite do dia 22 de junho (segunda-feira) de 1840, na casa da rua 15 de novembro, antigamente - Joazeiro - esquina, na qual atualmente reside o meu filho João Paulino de Barros Leal Filho, médico, edificada por meu avô Jacinto Pimentel e dada em dote a minha mãe.

     Foram meus pais, José Antônio de Barros Leal e D. Jacinta Marinho de Barros Pimentel, aquele português naturalizado por ter aderido à independência do Brasil, e esta, filha do português (dos Açores), também naturalizado pela mesma forma, Jacinto José de Souza Pimentel e Dona Ana Margarida Ramalho Pimentel, brasileira, filha do português Bento Luís Ramalho.

     Meu pai, nascido em 1804 em Portugal, (Criaz) na Freguesia de Apúlia, Concelho de Esposende, Distrito de Braga, não longe da cidade de Porto, filho de Manuel Antônio de Barros, proprietário - agricultor, dispôs-se a tentar fortuna no Brasil pouco depois do ano de 1820, mas dessa vez não logrou o seu intento por ter sido a nau, que com outros o trazia, presa de piratas espanhóis, que após o saque ambicionado o deixaram a ele e aos seus companheiros em uma praia da Espanha, vestidos com camisa e ceroula tão somente, pés descalços, cabeça ao sol, tendo por leito a areia da dita praia. Socorrida pelo Cônsul, voltou com os aludidos companheiros a Portugal em uma catraia, que lhes deram. Um pouco mais tarde, de novo tentou fortuna no Brasil, aportando em Fortaleza, capital deste estado, então província, onde se estabeleceu com a loja de miudezas, secos e molhados.

     Meu avô materno, retro declarado, comerciante, proprietário e criador abastado nesta cidade, tinha por costume passar a estação seca de cada ano na capital, para o que ali edificou uma casa, que é a em que comerciou o abastado português Luís Ribeiro da Cunha, à Rua Formosa; e porque lhe agradasse o comportamento do pequeno negociante - José Antônio de Barros Leal - o adquiriu para genro. Aparecendo a estação invernosa, o dito meu avô, como de costume, regressou com a sua família a esta cidade de Quixeramobim, vindo em sua companhia o novo casal , que me deu o ser. Aqui chegados contraíram, sogro e genro, uma sociedade comercial, estabelecida na casa que, para fins comerciais, havia o dito meu avô edificado na praça Visconde do Rio Branco, então - Cotovelo - a qual é a em que reside o meu genro José Frutuoso Dias Neto, médico, e esta por mim reedificada, - esquina para a rua 15 de Novembro. Durou essa sociedade comercial até o princípio do ano do 1840, quando meu pai mudou-se para a casa que lhe tinha sido dada, no dote que recebera, e onde se estabeleceu de conta própria.

     Compunha-se então a família dos meus pais, do casal, dos filhos Maria, José, Manuel e criados (escravos). Outros filhos havia tido, mas faleceram. Era eu apenas embrião.

     Na nova residência nascemos, além dos que faleceram, em criança, eu, Antônio, Isabel, Ana, Rosalina e Abel.

     Ali continuou meu pai a negociar até janeiro de 1857, quando tendo falecido meus avós maternos, e cabido em legitima, aos meus pais, a fazenda – Bom Jesus – para ela se mudaram estes, no intuito de darem-se à indústria pastoril, e à lavoura, a que convidava o açude da fazenda.

     Era meu pai homem honrado, trabalhador, econômico e sobretudo grave, circunspecto e refletido. Dizia-se dele, e eu confirmo, que jamais teve ele ocasião de arrepender-se de ter externado um pensamento. Neste particular, era um fato observar-se que refletia sempre antes de falar. Apesar do que fica dito, nunca pôde ele acumular fortuna, exceder ao menos em haveres ao que era, quando se estabeleceu de conta própria, ao que atrás aludi. Era isto devido à profunda estima que ele congregava à esposa, minha nunca esquecida e boa mãe, a quem permitia, contra o seu sistema de cuidadora economia, exercer a virtude santa da caridade, até o ponto de ser geralmente cognominada – mãe da pobreza, despendendo muito mais do que o permitiam as circunstâncias.

     Deve ter sido este o principal motivo que o levou a trocar a vida de comerciante pela de criador, a vida da cidade pela do campo; pois a fazenda Bom Jesus, onde foi residir, é situada fora de qualquer estrada: “ a ela só vai quem tem negócio ”.

     Ali, porém, continuava a ser ela o que era. Não satisfeita de franquear a sua mesa a todas as pessoas que tomavam a casa; obrigava os vaqueiros estranhos que, campeando, iam à casa em busca de informações, a aceitarem refeições, por não admitir que deixasse de ter fome quem campeava longe da própria residência. Na bebida dos gados, mandava ela sempre levar comida aos vaqueiros, que ali se achassem, esperando os bichos, que queriam pegar.

     Não era raro, nem mesmo pouco comum, o fato de chegar à casa pessoa enferma, transportada em rede, para ser tratada.

     Dava-se isto todas as vezes que pessoas pobres da circunvizinhança, não tendo meios para tratar-se da enfermidade, que lhes ameaçava a vida, lembravam-se de que perto existia a “Mãe dos Pobres”.

     Um fato bem característico comprova o que venho de dizer, quanto a causa de não progredirem os haveres do casal.

     Tendo partido desta vida para gozar da Bem-aventurança eterna a minha boa e querida mãe, no dia 11 de dezembro de 1877, o meu venerando Pai, pouco depois, cegou, tanto assim que chegou a acreditar ter-lhe sobrevindo esse infortúnio do muito chorar a ausência da fiel e amorosa companheira. Pois bem, não obstante esse grande estorvo ao desenvolvimento de qualquer fortuna, que não se baseie em rendas próprias de bens produtores, por sua própria natureza, falecendo desconsolado e cego, em 23 de julho de 1874, o inventário dos seus bens, sem que tenha havido elevação dos valores elevou-se a quantia igual á do primeiro inventário, de que dera metade aos filhos, sem nada ter ocultado. ...Continua...

Veja a autobiografia de João Paulino de Barros Leal e a íntegra do projeto número 52, de 1892, sobre a proposta de mudança da capital do Ceará...




José Antonio de Barros Leal
* 1804 - Criaz, Portugal
† 1879 - Quixeramobim, Brasil


  DESCENDENTES DE JOSÉ ANTONIO DE BARROS LEAL  



DE JOSÉ ANTONIO A JOÃO PAULINO DE BARROS LEAL NETTO



1ª Geração

1. JOSÉ ANTONIO DE BARROS LEAL, nasceu em 1804 em Criaz, Freguesia de Apúlia, Concelho de Esposende, Distrito de Braga, Portugal, e faleceu em 23 de julho de 1874 em Quixeramobim, Ceará, Brasil. Casou-se com JACINTA MARINHO PIMENTEL, filha de JACINTO JOSÉ DE SOUZA PIMENTEL e ANA MARGARIDA RAMALHO. Ela nasceu em 1810 em Quixeramobim, Ceará, Brasil, e faleceu em 11 de dezembro de 1866 em Quixeramobim, Ceará, Brasil.

Filhos de JOSÉ ANTONIO e JACINTA:

  • João Paulino, nasceu em 20 de junho de 1840 em Quixeramobim e faleceu em abril de 1914 em Quixeramobim, Ceará, Brasil. Casou-se com Jacinta de Souza Pimentel. Tiveram quinze filhos. (ver autobiografia)
  • Maria (Mariquinha). Casou-se com o português Carlos Tavares da Silva e Melo
  • José
  • Manuel
  • Antonio
  • Izabel. Casou-se com José Rufino de Souza Pimentel. Tiveram cinco filhos.
  • Ana
  • Rosalina. Casou-se com Bento de Souza Pimentel. Tiveram oito filhos.
  • Abel

2ª Geração

2. JOÃO PAULINO DE BARROS LEAL, nasceu em 22 de junho de 1840, Segunda-feira, às 8 horas da noite, em Quixeramobim, Ceará, Brasil, e faleceu em abril de 1914 em Quixeramobim, Ceará, Brasil. Casou-se com JACINTA PIMENTEL, filha de CÂNDIDO JOSÉ DE SOUZA PIMENTEL e RUFINA ROSA BARATTA SOBREIRA. Ela nasceu em 1845 em Quixeramobim, Ceará, Brasil, e faleceu em 28 de dezembro de 1898 em Quixeramobim,Ceará, Brasil.

Filhos de JOÃO PAULINO e JACINTA:

  • Jacinta, nasceu em 22 de junho de 1863, Segunda-feira, às 8 horas da noite. Foi a primeira esposa do farmacêutico e médico José Frutuoso Dias Neto, de tradicional família icoense.
  • João Paulino Filho, nasceu em 7 de setembro de 1864, Quarta-feira, à meia noite.
  • Rufina (Mocinha), nasceu em 29 de setembro de 1865, Sexta-feira, e faleceu em 1869, com apenas 4 anos de idade.
  • Irineu, faleceu dias após o nascimento.
  • Felina, faleceu dias após o nascimento.
  • Etelvina, faleceu dias após o nascimento.
  • Maria, faleceu dias após o nascimento.
  • Afro, nasceu em 24 de maio de 1871 e faleceu em 11 de janeiro de 1960. Casou-se com Maria Gomes do Rego. Maria (Diquita), faleceu em 22 de março de 1966. Foram pais de:
  • Rosa, nasceu em 2 de setembro de 1872, Segunda-feira, às 2 horas da manhã.
  • José Antonio      Veja a genealogia de José Antonio de Barros Leal ,
    nasceu em 30 de novembro de 1873, Domingo, às 7 horas da noite. Casou-se em primeiras núpcias com Luisa Cordeiro, filha de Cordolino Barbosa Cordeiro e Florinda Alencar Matos. Foram pais de: Casou-se em segundas núpcias com Mariana Cordeiro (irmã de Luiza). Foram pais:
    • Maria Luiza
    • Francisca Áurea
    • Fernando
    • Graziela
    • Francisco Eduardo
    • Ieda
  • Gentil Homem, nasceu em 5 de Janeiro de 1875, Terça-feira, às 4 horas da manhã.
  • Amadeu, nasceu em 21 de fevereiro de 1876, Segunda-feira, às 10 horas da noite.
  • ?, 1876 faleceu recém-nascido.
  • Manuel, 1876, faleceu dias após o nascimento.
  • João Paulino Júnior, nasceu em 30 de novembro de 1879.

3ª Geração

3. JOÃO PAULINO DE BARROS LEAL FILHO, nasceu em 7 de setembro de 1864 em Quixeramobim, Ceará, Brasil, e faleceu em 11 de abril de 1939 em Baturité, Ceará, Brasil. Casou-se em primeiras núpcias com TERESA BEMVINDA GURGEL DO AMARAL, filha de BEMVINDO GURGEL DO AMARAL e JOANA AMÉLIA GURGEL DO AMARAL. Ela nasceu em 20 de janeiro de 1874 em Aracati, Ceará, Brasil, e faleceu em 21 de abril de 1913 em Quixeramobim, Ceará, Brasil. Casou em segundas núpcias em 1915 com MARIANA OLIVEIRA DE BARROS LEAL.

Filhos de JOÃO PAULINO FILHO e TERESA (1° casamento):

Filhos de JOÃO PAULINO FILHO e MARIANA (2° casamento):

  • Alfa, nasceu em 1921 (faleceu criança)
  • Beta, nasceu em 1921 gêmea de Alfa. Casou-se com Gerson Freitas. São pais de:
    • Gerson Júnior
    • Maria Otília
  • Francisco (foto à direita), nasceu em 27 de Janeiro de 1919 e faleceu em 23 de fevereiro de 2001. Padre Jesuíta e Psicólogo, lecionou na Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP.
  • Francisco Adalberto, nasceu em 23 de janeiro de 1925, e faleceu em 1995 (ver biografia abaixo).

4ª Geração

4. JOÃO PAULINO DE BARROS LEAL NETTO, nasceu em 22 de dezembro de 1894 em Quixeramobim, Ceará, Brasil, e faleceu em 3 de maio de 1979 em Fortaleza, Ceará, Brasil. Casou-se com MARIA DOLORES HOLANDA DE BARROS LEAL em 1921, filha de MANUEL ROMUALDO DE HOLANDA JÚNIOR e FRUTUOSA LOPES. Ela nasceu em 13 de agosto de 1900 em Guaramiranga, Ceará, Brasil, e faleceu em Janeiro de 2002 em Fortaleza, Ceará, Brasil.

Filhos de JOÃO PAULINO NETTO e MARIA DOLORES:




  FOTOS  


Dr. João Paulino de Barros Leal F° 1864-1939 /Teresa Bemvinda Gurgel do Amaral 1874-1913 /João Paulino de Barros Leal Netto 1894-1979




  DESTAQUE  


Dr. Vinícius Antonius Holanda de Barros Leal: médico e literato na eternidade (1922-2010)

     Vinícius Antonius Holanda de Barros Leal nasceu em Baturité, em 16 de outubro de 1922, onde fez os seus estudos primários sob a orientação dos padres jesuítas, daí transferindo-se para Fortaleza, para cursar o Seriado, como aluno-interno do Colégio Marista Sagrado Coração.

     Após realizar o propedêutico pré-médico no Liceu do Ceará, em 1943, prestou vestibular para Medicina, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), nela se formando em 1948. Especializou-se em Pediatria no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo em 1959.

     Foi médico da Legião Brasileira de Assistência, ocupando o cargo de Diretor de Posto, de 1951 a 1967, e diretor do Departamento de Saúde Materno-Infantil, durante dois anos. Como atividade voluntária e de benemerência, a pedido da Arquidiocese de Fortaleza, foi diretor do Posto de Saúde de Parangaba por oito anos; diretor do Asilo de Menores Juvenal de Carvalho, de 1950 a 1970; e diretor de Patrimônio da Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza e mordomo dessa instituição, desde 1984.

     Foi professor de Clínica Pediátrica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, tendo ingressado em 1964, da qual se aposentou , como professor adjunto, em 1987, após profíqua dedicação ao magistério superior, como docente e médico, do Serviço de Pediatria do Hospital Universitário Walter Cantídio.

     Em 1960, juntamente com outros colegas, fundou a Sociedade Cearense de Pediatria, da qual foi seu presidente de 1970-1971. Como pediatra de largo conceito, foi examinador do Título de Especialista em Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria durante cinco anos.

     Ex-presidente do Centro Médico Cearense (hoje, Associação Médica Cearense) de 1963-1964, foi também membro da Associação Brasileira de Medicina, da Associação Regional de Escolas Médicas, da Academia Americana de Pediatria e do Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará.

     Foi sócio efetivo do Instituto Histórico, Geográfico e Antropológico do Ceará, eleito em 20/09/1974 e empossado em 04/12/1974; integrou a Academia Cearense de Medicina, como fundador em 1978, e guindado, posteriormente, a acadêmico emérito; e imortal da Academia Cearense de Letras, admitido em 1984, sendo ocupante da Cadeira 34, patroneada por Samuel Uchoa.

     Publicou diversos livros, dentre os quais se sobressaem: “História da Medicina no Ceará” (Prêmio Governo do Estado do Ceará), “Villa Real de Monte Mor, o Novo D’América” (história de seu município natal na época colonial), “A Colonização Portuguesa no Ceará – O Povoamento”, Bumba-meu-boi (Prêmio Leonardo Mota), ainda “Dom Antônio de Almeida Lustosa, um discípulo do Mestre – Manso e Humilde” e Padre Artur Redondo: um modelo de Mansidão e Amor a Deus”, além de extensa produção sob a forma de artigos na imprensa, nos Anais da Academia Cearense de Medicina e na Revista do Instituto do Ceará.

     Dedicou-se durante anos ao estudo da formação social do Nordeste brasileiro, debruçando-se, notadamente, sobre os fatos relacionados aos processos do povoamento e da colonização lusitana.

     Possuia um amplo acervo de documentos sobre a história eclesiástica no Ceará, fruto de sua intensa atuação como historiador sacro, mercê de sua prática de vida cristã e da esmeralda educação católica recebida, que nutria as suas intervenções como médico, professor, intelectual e cidadão.

     Durante décadas, enquanto a saúde permitiu, participou intensamente das atividades encetadas pela Sociedade Médica São Lucas, o que incluía os Retiros Espirituais anuais, pregados, amiúde, pelo Padre Monteiro da Cruz. Como reconhecimento dessa atuação, particularmente por sua gestão na presidência dessa entidade, em dezembro de 2004, foi agraciado com a Comenda Médica São Lucas.

     Cônscio de sua responsabilidade de cidadão, foi vereador de Fortaleza, de 1950 a 1954, encerrando prematuramente sua carreira política, perdendo, com isso, o povo fortalezense.

     Era casado com D. Idilva de Castro Alves , de cuja duradoura união, marcada por amor e compreensão, resultaram sete filhos: Angela, Virginia, Elizabeth, Fernando, Adriano, Tarcísio e Maria de Lourdes, todos formados e reconhecidos como bons profissionais, em seus respectivos campos de atuação.

     Aos braços do Pai, retornou em 13 de abril de 2010, deixando um legado de grande responsabilidade aos seus herdeiros familiares e intelectuais, aos quais cabe dar continuidade à sua preciosa obra.

Por Marcelo Gurgel Carlos da Silva , da Academia Cearense de Medicina



Dr. George Barros Leal 1929-2008

Homenageando George Barros Leal

     O mestre da Odontologia, com projeção em outras Unidades Federadas, George Barros Leal, desapareceu, nesta cidade, no último sábado, abrindo lacuna impreenchível no seio de sua categoria e em outros setores de atividades, nos quais exercia liderança prestigiosa, acatado por seus pares e por importantes segmentos sociais, com os quais conviveu, ao longo de sua fecunda existência.

     Como dentista dos mais conceituados, realizou vários cursos de aprimoramento profissional, introduzindo, entre nós, técnicas modernizantes garantindo a uma seleta clientela atendimento de alto nível, que o tornava especialista dos mais requisitados em nossa Capital.

     No movimento leonístico, impregnado dos ideais do Melvin Jones, George pontificou como figura estelar, ascendendo à direção do Lions Iracema, ali empreendendo gestão profícua, assinalada por expressivas realizações, que o fizeram exaltado pelos demais dubes congêneres.

     Ao lado de Maria Amélia e com o estímulo de seu saudoso sogro, escritor Antenor Barros Leal, membro da Academia de Retórica que foi, o extinto jamais deixou de ser presença obrigatória em acontecimentos científicos e culturais aqui realizados, numa integração que o mantinha em natural evidência por entre diversificados estamentos da comunidade.

     Mesmo acometido de insidiosa moléstia, mantinha-se resoluto no cumprimento de suas tarefas sócio-profissionais, sempre com o ânimo alevantado, na expectativa de que pudesse continuar servindo à sua terra e à sua gente.

     Quando o cunhado Antenor Filho - hoje projetado nos círculos industriais do País - passou a assessorar-me na Presidência da Assembléia Legislativa, na década de sessenta, ainda mais entrelaçamos os vínculos de estima pessoal, o que me permitiu dimensionar os sentimentos de fraternidade, que enobreciam a incomparável personalidade de escol que encarnava admiravelmente.

     Cientificado, na Capital da República, de seu desaparecimento e na impossibilidade de um imediato deslocamento, a fim de participar do velório, levei ao seu filho a manifestação do nosso pesar, enaltecendo as virtudes excepcionais que o apontavam como um autêntico Varão de Plutarco.

     Deus o acolherá no Reino da bem-aventurança, já que a isso fez jus, pela postura exemplar legada a todos nós, seus contemporâneos, amigos e veros admiradores, ora pranteando a sua morte, ocorrida prematuramente, no final de semana.

     A respectiva lembrança manter-se-á viva no meio de quantos identificavam as raras qualidades que acumulou, no decorrer de vida honrada, dedicada a causas nobilitantes.

Por Mauro Benevides, Jornalista e Deputado Federal. Janeiro de 2008




     Pioneiro na ortodontia do Ceará, George Barros Leal, ainda hoje atua na área por insistência de seus pacientes que não sabem como escolher outro profissional após tantos anos.

     Mas ele admite já estar na hora de parar para se dedicar a outra vocação antiga, mas desperta agora: a escrita!

     Apesar de ser de uma família de médicos e escritores (na infância, acompanhou por muitos anos os procedimentos do avô, um grande médico em Baturité) acabou cursando Odontologia - até meados do século passado, denominada de ‘‘arte dentária’’ -, fazendo parte da primeira turma da Universidade Federal do Ceará e um dos que se empenharam para a criação do curso.

     Suas habilidades manuais (nas horas vagas, ele esculpe em pedra sabão) o ajudaram muito na profissão. Começou como cirurgião dentista, com especialização feita na Universidade de São Paulo, embora dois anos de atividade tenham sido suficientes para optar por outra especialidade, já que considerava a cirurgia bucal um tanto agressiva e que causava sofrimento aos pacientes.

     Em 1953 foi convidado para lecionar e ser assistente do professor Pompeu Gurgel, após concluir a especialização em ortodontia. Somado a isso, foi trabalhar na Previdência Social, passando 35 anos como radiologista.

     A literatura esteve presente em sua vida. Desde muito jovem, sempre gostou muito de ler e escrever. Até hoje, tem um carinho especial por suas coleções de revistas sobre a Segunda Guerra Mundial e dos livros de Machado de Assis, José de Alencar e tantos outros.

     No entanto, seu tempo para manter uma dedicação maior a esta atividade e de pesquisa histórica era exíguo. Esperava poder se aposentar cedo para escrever. O caminho trilhado, contudo foi outro. E somente há alguns anos, conseguiu colaborar com obras de outros colegas, dentre elas, ‘‘Ortodontia - algumas histórias de sucesso’’.

     No ano passado, conseguiu finalmente concluir sua obra inaugural sobre um dos pioneiros da odontologia no Ceará: ‘‘Aderson Ferro - Glória da Odontologia Brasileira’’, editado no período comemorativo dos 20 anos de fundação da Academia Cearense de Odontologia. Apesar de ser comerciante no Maranhão, o grande nome da odontologia abandonou a família, no século XIX, e foi estudar a arte dentária na Europa, retornando quatro anos depois para o Ceará.

     ‘‘O que me chamou a atenção na vida de Aderson Ferro e me fez buscar conhecê-lo melhor, foi entender a razão que leva um homem com sensibilidade e amor à família escolher uma área tão árida como esta. Ainda mais no final do século XIX, quando não havia nem anestesia, os intrumentos eram extremamente rudimentares e quem praticava a arte dentária eram os barbeiros’’.

     Apaixonado pela área, George Barros Leal também cultiva outros amores. Conta que seu esporte predileto é dançar (já ganhou cinco concursos de dança), deslizando como Fred Astaire.

     Contudo, são suas pesquisas sobre a Segunda Guerra que estão tomando quase que todo o seu tempo hoje, para concluir sua autobiografia historiando Fortaleza neste período terrível da humanidade. ‘‘Quero deixar minha mensagem: guerra, nunca mais!’’, conclui.

Por Rose Mary Bezerra. Publicado no Diário do Nordeste, edição de 18/06/2006




Câmara Municipal concede Título de Cidadão de Fortaleza ao Dr.George Barros Leal

      A Câmara Municipal de Fortaleza realizou no último dia 8 sessão solene que marcou a entrega do Título de Cidadão de Fortaleza ao Dr. George Barros Leal. A iniciativa foi dos vereadores Sergio Novais e José do Carmo. O evento contou com a presença de profissionais de saúde, acadêmicos e representantes do poder público.

      Durante a cerimônia, Sergio Novais lembrou que George Barros tem uma forte relação com Fortaleza, pois contribuiu bastante para a promoção da Saúde e da Odontologia. “A casa faz justiça um cearense extremamente importante para a história da nossa cidade”, destacou. Em seus agradecimentos, o Dr. George Barros Leal classificou a honraria como um dos momentos mais significativos de sua vida.

Fonte: http://www.sergionovais.com.br/noticias

Decreto Legislativo Nº 233 de 6 de novembro de 2006

O Presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, no uso de suas atribuições, que lhe são conferidas pelo art. 30, inciso IV e parágrafo único da Lei Orgânica do Município. Promulga:

Art. 1º - Fica concedido o Título de Cidadão de Fortaleza ao senhor George Barros Leal.

Art. 2º - Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação oficial, revogadas as disposições em contrário.

Paço da Câmara Municipal de Fortaleza José Barros de Alencar, em 6 de novembro de 2006. Agostinho Frederico Carmo Gomes - Tin Gomes - Presidente da Câmara Municipal de Fortaleza

Fonte: http://www.fortaleza.ce.gov.br


Antenor Gomes de Barros Leal 1903-2002

Um ser abençoado por Deus

     Lembranças muitas e enorme saudade de um amigo, que, na pia batismal, recebeu um nome bonito. Bonito, não só na sonoridade decorrente de sua pronúncia, mas, sobretudo, reluzente na essência vida de sua legítima bondade. Esse valioso, passou a vida inteira praticando o bem. Exercitou a honradez, vivenciou a dignidade e enalteceu a valorização do semelhante. Noutras palavras: amou o próximo. Sem que o pleiteasse, atraiu para si a admiração profunda e o respeito expontâneo de quantos puderam conhecê-lo. Deixou à família e numerosos amigos, a mais realçada herança de um patrimônio de decência, além do exemplo magistral dos muitos serviços prestados em favor da causa alheia. Em sua existência, sempre houve uma busca incansável de auxiliar a quem dele precisasse. Seus princípios morais e cristãos, por esse tempo, já lhe fixavam na mente a certeza transparente de que o tempo desgasta os bens materiais, porém jamais terá fortaleza para destruir a imagem perene das boas ações, exercidas sob a luz da fé. Esse nome bonito, que Deus um dia nos presenteou, para o convívio na face da terra, embora já tendo partido, deixou contudo entre nós, a saudade que cada vez mais se perpetua em nossos corações. Permanecerá no tempo e na história, assim com um selo resistente em cuja face e contra-face, estão impressas as marcas autênticas de sua individualidade e bondade. Seu nome, toda vez que é proferido é como se fizesse vibrar as cordas mais íntimas da sensibilidade de quantos o conheceram.

     Antenor Gomes de Barros Leal nasceu em Fortaleza, no dia 9 de julho de 1903. Filho de Afro Pimentel e de Maria Gomes de Barros Leal, foi residir com os pais em Quixeramobim, onde eram proprietários de farmácia. Usufruindo do saudável clima da cidade, Antenor gastou os dias da infância e da adolescência, entre familiares e amigos, divertindo-se em alegrias festivas e na execução de serestas, dedilhando as cordas de seu violão e recitando poemas seus apaixonados.

     Aos 17 anos de idade conseguiu dos pais a licença devida para vir morar na Capital. Queria trabalhar. Ser independente. Ao chegar a Fortaleza, contou com o auxílio de hospedagem dos seus tios: Lalá, irmã de sua mãe, e Henrique Leite Barbosa, médico e seu tio afim. Logo saiu a procura de trabalho de modo a prover seu sustento sem que necessitasse causar algum incômodo aos demais. Na labuta do dia-a-dia, doou-se ao sacrifício, percorrendo às ruas da cidade que, ainda de areia, ai, repassando aos seus pés a ardência do abrasador sol da nossa terra. Principou-se exercendo a profissão de mercador ambulante, o conhecido mascate. Em uma manhã de um certo dia do ano de 1922, quanto tinha 19 anos de idade, aconteceu de, percorrendo às ruas da cidade, defrontar-se, acidentalmente, com alguns que saíam do Colégio da Imaculada Conceição. Era uma imposição do destino. Seus olhos haveriam de se fixar na figura de uma linda menina-moça, possuidora de valiosas virtudes e de sólida formação moral e cristã.

     No dia 22 de março de 1927, no altar-mor da Matriz de Boa Viagem, estaria junto à sua linda Amelinha, recebendo as bênçãos de Deus, através do santo sacramento do matrimônio, ministrado pelo Monsenhor José Cândido Queiróz. Nesta cidade os dois construiram a bela família e ali se demoraram por 27 anos, sempre fazendo o bem. Dono de farmácia, médico-parteiro, dentista - ele fazia de tudo para salvar vidas. Antenor, amigo querido, você só semeou o bem em sua vida. Você foi embora para casa do Pai, mas não deixou só um adeus, deixou também um lindo nome e um bonito exemplo de vida que só dá orgulho à sua mulher, filhos e incontáveis amigos. Aos 99 anos de vida na terra, achou Deus com certeza que já era a hora certa de convocá-lo para que ficasse junto à sua linda Amelinha.

Por Raul Ribeiro de Sousa , empresário e escritor memorialista. Publicado no Jornal O Povo, edição de 09/07/2004.


Des. Adalberto Barros Leal 1925-1995

Presidente Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, período 1993-1994

     Nasceu na cidade de Baturité, Ceará, em 23 de janeiro de 1925, filho do Dr. João Paulino de Barros Leal Filho e D. Mariana Oliveira de Barros Leal, oriundos de Quixeramobim. Fez as primeiras letras na terra natal, o Ginasial no Colégio Lourenço Filho, concluindo o curso secundário no Liceu do Ceará. Teve por padrinho, o seu notável conterrâneo, Dr. Waldemar Cromwell do Rêgo Falcão, Professor de Direito, Deputado Federal, Senador da República, Ministro do Trabalho e Ministro do Supremo Tribunal Federal, que o orientou em direção ao Curso jurídico.

     Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Ceará, em 1951, de cuja turma fizeram parte, dentre outros, os doutores: Colombo Dantas Bacelar, Válter Nogueira e Vasconcelos e José Barreto de Carvalho, todos Magistrados, vindo os dois últimos a exemplo dele, a alcançar a Desembargadoria e a Presidência do egrégio Tribunal de Justiça do Ceará. Antes de ingressar na Magistratura, exerceu a advocacia, tendo sido também titular de Cartório em Baturité. Em 1958, submeteu com êxito ao concurso para provimento do cargo de Juiz, promovido pelo Tribunal de Justiça, sendo nomeado para a Comarca de Tamboril, de 1ª entrância, da qual obteve remoção para Pacoti, nas proximidades da terra natal. Tal fato fez com que recusasse promoções, o que de certa forma atrasou o seu ingresso no Tribunal, sendo afinal promovido à 2ª entrância, em 28 de abril de 1964, com exercício na Comarca de São Gonçalo do Amarante, outrora denominada de Anacetaba. Chegou à 3ª entrância, justamente com a titularidade da Comarca de Baturité, o que se deu a 28 de março de 1967, na qual permaneceu menos de dois anos, visto ter sido a 9 de março de 1969, promovido para a Comarca de Fortaleza, com exercício na 6ª Vara Criminal. Desfrutava de indiscutível prestígio junto ao Tribunal de Justiça, haja vista a sua inclusão entre os três Juízes Substitutos de Desembargador, por decisão datada de 22.01.1976, ensejando a sua convocação, nas eventuais ausências dos titulares, bem como a sua inclusão em não menos de três listas de merecimento para o cargo de Desembargador. Ao figurar pela 4ª vez em lista, foi escolhido Desembargador pelo então Governador Gonzaga Mota, a 27 de junho de 1983, segundo ele, graças à interferência do Dr. Henrique Antônio Fonseca Mota, médico radicado em Capistrano, à época pertencente à Comarca de Baturité. Tomou posse a 30 de junho desse ano, oficiando, a princípio perante a 2ª Câmara Cível, de onde pediu remoção para 2ª Criminal, culminando por tornar à 2ª Câmara Cível, mediante permuta com o Desembargador Válter Nogueira e Vasconcelos. Quando Juiz de Direito esteve no Tribunal Regional Eleitoral, mas ali não serviu como Desembargador, por motivo de saúde. Foi Vice-Presidente e Diretor do Fórum Clóvis Beviláqua, do qual já fora juiz Auxiliar da Diretoria e Presidente do egrégio Tribunal de Justiça no biênio de fevereiro de 1993 a janeiro de 1995.

     Quando da renúncia do Governador Ciro Gomes, para exercer o cargo de Ministro de Estado da Fazenda, esteve à frente do Governo do Estado por mais de um mês, até à eleição do Deputado Francisco Aguiar pela Assembléia, a fim de concluir o mandato, tendo nesta qualidade, nomeado o Dr. Fernando Luiz Ximenes Rocha, Desembargador do Tribunal de Justiça, na vaga a ser preenchida por advogado.

     Do seu casamento com a Sra. Maria Luíza Barros Leal, deixou uma numerosa e ilustre prole. Faleceu em 1995, praticamente ao completar 70 anos de idade. O Dr. Adalberto Barros Leal foi o 122º Desembargador do Tribunal de Justiça do Ceará.

Do livro Magistrados Cearenses no Império e na República, de Ademar Mendes Bezerra - 1999


Decreto cria a Avenida Des. Adalberto Barros Leal

O Prefeito Municipal de Fortaleza, no uso de suas atribuições legais, com fundamento no art. 76, incisos VI e XXVI, da Lei Orgânica deste Município, e ainda, de acordo com o art. 679 da Lei nº 5530, de 17 de dezembro de 1981, Decreta:

  • Art. 1º - A Av. Des. Adalberto Barros Leal, assim denominada oficialmente pela Lei nº 8114, de 17 de dezembro de 1997, é localizada no Bairro Edson Queiroz, no Loteamento Village Colosso, no trecho oeste/leste da avenida identificada como Av. D e na Av. F, limites das quadras 21 a 26, de sentido oeste/leste, com início na Av. Mário Câmara Vieira e término na Rua 06, ambas do mesmo loteamento.

  • Art. 2º - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Paço da Prefeitura Municipal de Fortaleza, em 20 de dezembro de 2004.


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Última atualização: 10/01/2013



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